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Três pessoas infectadas pelo coronavírus Mers morreram recentemente na Arábia Saudita, onde as infecções estão aumentando um mês antes da peregrinação anual a Meca

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Três pessoas infectadas pelo coronavírus Mers morreram recentemente na Arábia Saudita, onde as infecções estão aumentando um mês antes da peregrinação anual a Meca, o que provocou o fechamento do serviço de emergência de um hospital em Riad.

A emergência do hospital Rei Abdel Aziz foi fechada após o registro de "46 infecções, incluindo entre os profissionais de saúde", segundo jornal saudita Gazette. Este fechamento foi confirmado nesta quinta-feira por funcionários do hospital.

As três novas mortes - sauditas com entre 65 e 86 anos - elevam a 483 o número de mortes entre as 1.118 pessoas infectadas na Arábia Saudita, onde a doença surgiu em 2012, de acordo com estatísticas do Ministério da Saúde.

Entre os dias 9 e 15 de agosto, foram registradas 21 infecções, incluindo 20 em Riad, segundo a fonte.

O ministro da Saúde, Khaled al-Faleh, citado pela agência oficial SPA, evocou um "número limitado de infecções". Ele garantiu que seriam tomadas medidas para prevenir infecções entre os peregrinos.

Cerca de 2 milhões de fiéis devem realizar a peregrinação anual a Meca, que deve começar em torno de 21 de setembro.

O coronavírus Mers, uma infecção pulmonar, apareceu em 2012 na Arábia Saudita e, mais recentemente, na Coreia do Sul, onde foram registradas 36 mortes.

A nível global, a Organização Mundial da Saúde (OMS) identificou 1.368 casos confirmados desde 2012, e pelo menos 490 mortes.

O vírus Mers é mais mortal, mas menos contagioso, do que o Sras, a síndrome respiratória aguda grave, que fez quase 800 mortes em todo o mundo em 2003. Ele tem uma taxa de mortalidade de cerca de 35%, segundo a OMS.

AFP