Uma ampla maioria dos alemães (59%) considera que os três episódios de tremores sofridos em público pela chanceler Angela Merkel são temas de âmbito "privado" - aponta uma pesquisa publicada neste sábado (13).

Nestas últimas semanas, a saúde da chanceler alemã, no poder há quase 14 anos, causou preocupação depois que, em três ocasiões, ela apresentou fortes tremores em atos oficiais.

Para 59% dos entrevistados, estes espasmos dizem respeito ao âmbito "privado" da dirigente, que completará 65 anos em 17 de julho.

Outros 34% dizem se tratar, porém, de uma informação de interesse público, segundo a pesquisa Civey, publicada hoje pelo jornal "Augsburger Allgemeinen".

Entre os entrevistados estão simpatizantes da CDU, o partido conservador de Merkel, do SPD (socialdemocratas) e dos Verdes.

Apenas os partidários da AfD (extrema direita) consideram que é uma questão de interesse público.

Na quinta-feira, em cerimônia oficial, um dia depois de sofrer novos tremores em público, Merkel excepcionalmente se sentou em uma cadeira.

Após os novos espasmos, a chanceler disse estar "muito bem" e explicou que reagiu com ansiedade, ao se lembrar do primeiro episódio de tremores, ocorrido há menos de um mês.

Segundo o jornal "Bild", Merkel se submeteu a uma bateria exaustiva de exames médicos, após o primeiro incidente, em 18 de junho, em um ato com presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

A chanceler então atribuiu o episódio a uma desidratação relacionada ao intenso calor que fazia em Berlim.

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