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Imagem divulgada pela Welayat Raqa em 30 de junho mostra, supostamente, jihadistas do EI na cidade síria de Raqa

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Pelo menos 50 jihadistas morreram em combates contra as tropas sírias e os combatentes do movimento xiita libanês Hezbollah em Qalamun, perto da fronteira libanesa, informou neste sábado o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

"Pelo menos 50 combatentes do Estado Islâmico (EI) e da Frente Al-Nosra (braço sírio da Al-Qaeda) perderam a vida em uma armadilha organizada pelas forças do regime sírio e do Hezbollah em Jebeh, Qalamun, ao norte de Damasco", afirmou o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman.

Sete combatentes do regime e do Hezbollah morreram nos combates, que começaram na sexta-feira e prosseguiram até este sábado, de acordo com Rahman.

Uma fonte militar declarou à AFP que "o exército respondeu aos terroristas que tentavam entrar a partir de território libanês na região de Qalamun, matando a maioria deles".

Para o regime sírio, o termo "terrorista" é aplicado a todos os rebeldes que combatem o governo.

Em abril, após meses de violentos combates, o exército sírio, apoiado pelo Hezbollah, retomou dos rebeldes o controle da região estratégica de Qalamun.

Mas os insurgentes, que recuaram para as montanhas próximas ao Líbano, executal ataques regulares contra as posições do regime e de seus aliados.

Também de acordo com o OSDH, o líder da Frente Al-Nosra na cidade síria de Idleb (noroeste) morreu em um atentado.

"O emir da Al-Nosra em Idleb, Yaqub al-Omar, morreu na madrugada de sábado na explosão de uma bomba colocada em seu veículo, que estava estacionado perto da cidade de Khan al-Subol", informou o OSDH.

Dois filhos de Omar ficaram feridos no ataque.

AFP