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Roy Moore

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O presidente americano Donald Trump considera que o candidato republicano ao Senado Roy Moore deveria abandonar a candidatura se forem provadas as acusações de abuso sexual que pesam contra ele.

Moore, ex-juiz do Alabama e cristão evangélico ultraconservador, nega as alegações.

"Como a maioria dos americanos, o presidente acredita que não podemos permitir que uma mera acusação, neste caso que remonta há muitos anos, destrua a vida de uma pessoa", disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, a bordo do avião presidencial.

"No entanto, o presidente também acredita que, se essas alegações forem verdadeiras, o juiz Moore fará o que é certo e se afastará" da candidatura, disse.

Quatro mulheres revelaram ao jornal Washington Post que Moore as seduziu quando tinham 18 anos ou menos e ele estava na casa dos 30 e trabalhava como promotor.

Leigh Corfman, de 53 anos, afirmou ao jornal em detalhes como Moore a viu um dia no tribunal quando tinha 14 anos e depois organizou reuniões que terminaram em sua casa.

A primeira vez ele a beijou, relatou. Na segunda, tirou a blusa e as calças e fez com que ela o tocasse.

"Eu não estava preparada para aquilo, jamais tinha colocado as mãos no pênis de um homem, especialmente durante uma ereção", disse Corfman ao Post.

Moore, agora com 70 anos, nega as acusações, que chamou de "fake news", e disse que irá enfrentá-las. O magistrado, ex-presidente da Suprema Corte do Alabama, é um líder da direita religiosa e oponente feroz dos direitos dos homossexuais.

A maioridade sexual era, como hoje, de 16 anos, e os contatos seriam ilegais e puníveis com prisão. Mas o período de prescrição para este tipo de crime é de três anos.

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AFP