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O presidente americano Donald Trump em Washington, DC, no dia 25 de outubro de 2017

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O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (30) que as forças especiais capturaram um homem relacionado ao ataque à missão diplomática dos EUA na cidade líbia de Benghazi, em 2012.

"Ontem, sob minhas ordens, as forças americanas capturaram Mustafa al-Imam na Líbia", afirmou Trump em um comunicado, no momento em que a Casa Branca é sacudida pela denúncia contra três encarregados da campanha eleitoral do presidente.

O ataque, que provocou a morte do embaixador Chris Stevens e de outros três funcionários americanos, foi usado pelos republicanos para criticar a então secretária de Estado, Hillary Clinton.

O presidente americano apontou que Al-Imam "já enfrenta a Justiça nos Estados Unidos" por conta de sua suposta participação nos ataques.

O procurador-geral americano, Jeff Sessions, confirmou que o suspeito "enfrentará um tribunal federal por seu papel nesse ataque".

A investida contra a missão diplomática foi objeto de investigações nas duas Câmaras do Congresso americano e uma profunda revisão de procedimentos no Departamento de Estado sobre a reação ao episódio.

Hillary Clinton, que era secretária de Estado quando o ataque ocorreu, nunca foi acusada de forma convincente de qualquer ilegalidade em todo o episódio, mas o tema esteve presente de forma permanente durante sua campanha presidencial em 2016.

Nesta segunda-feira, o secretário de Estado, Rex Tillerson, saudou o anúncio do presidente.

"Estou muito agradecido aos militares americanos e à comunidade de Inteligência pelos esforços para levar à Justiça um dos que executou esse ataque", apontou.

Tillerson acrescentou que estabeleceu contato com alguns dos familiares das vítimas "para assinalar o apoio inquebrantável do governo".

Em 11 de setembro de 2012, no aniversário dos atentados realizados nos Estados Unidos em 2001, grupos radicais iniciaram um ataque contra a missão diplomática americana em Benghazi.

Essa cidade havia sido um reduto para os grupos rebeldes que apoiaram os bombardeios realizados por forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para derrubar o governo de Muammar Kadhafi.

No entanto, depois da queda desse governo, a região passou a ser disputada por diversos grupos de milícias.

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AFP