O presidente americano, Donald Trump, celebrou nesta sexta-feira (11) uma nova etapa em sua guerra comercial com a China ao anunciar que os dois lados chegaram a um acordo inicial, que cobre propriedade intelectual, serviços financeiros e moeda.

Com o acordo, a Casa Branca vai adiar o enorme aumento de tarifas sobre produtos chineses previsto para a próxima semana, disse o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Contudo, os detalhes do acordo não foram revelados.

Trump disse à imprensa que EUA e China "chegaram a um acordo preliminar muito substancial" e que embora ele ainda precise ser escrito, ele espera assiná-lo com o presidente chinês, Xi Jinping, nas próximas semanas.

Um acerto provisório pode permitir que ambas as potências econômicas reivindiquem o sucesso, evitando o prejuízo da escalada na guerra comercial e deixando as questões mais espinhosas para mais tarde.

Depois de mais de um ano de confronto, no entanto, não ficou claro se os países poderiam sustentar o impulso necessário para concluir as próximas "fases" do acordo.

Até agora, a China rejeitou as demandas de Trump por mudanças profundas na gestão de sua economia, que, segundo analistas, poderiam prejudicar politicamente o Partido Comunista.

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