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(Arquivo) Foto tirada em 12 de agosto de 2017 mostra o presidente americano, Donald Trump, em Bedminster

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O presidente americano, Donald Trump, vai anunciar na terça-feira se manterá um programa migratório que permite a 800.000 pessoas que chegaram aos Estados Unidos como menores em situação ilegal, os chamados 'Dreamers', se integrem legalmente à sociedade, anunciou a Casa Branca nesta sexta-feira.

"Estamos no processo de finalizar esta decisão (...) e vamos fazer este anúncio na terça-feira da próxima semana", disse a porta-voz Sarah Huckabee Sanders, quando consultada sobre o futuro do plano Ação Diferida para os Chegados na Infância (Daca, em inglês).

O Daca foi criado em junho de 2012 pelo antecessor de Trump, Barack Obama, para tirar da clandestinidade aqueles que entraram ilegalmente no país com menos de 16 anos.

Nesta sexta-feira, Trump estava sob forte pressão de empresários, políticos da oposição e de seu partido, assim como de organizações sociais, para não derrogá-lo, como anunciou que faria durante sua campanha eleitoral.

O presidente disse mais cedo que tomaria a decisão "em algum momento" nesta sexta, ou durante o fim de semana.

O Daca, que outorga uma permissão de dois anos, que pode ser renovada, foi criado como uma medida temporária para evitar a deportação de centenas de milhares de jovens levados ao país quando criança por seus pais, imigrantes em situação ilegal.

Esses jovens 'Dreamers' moraram quase a vida toda nos Estados Unidos e estão totalmente integrados à cultura americana.

Trump, que quer deportar milhões de imigrantes em situação ilegal, fez um discurso contraditório sobre os jovens amparados pelo Daca.

Na campanha, insistiu que não estava disposto a dar aos 'Dreamers' uma "anistia ilegal", mas depois suavizou o discurso e prometeu tratá-los com um "grande coração".

"O Daca é um tema muito, muito difícil para mim [...]. É um dos temas mais difíceis que tenho porque há crianças incríveis" protegidas pelo Daca, disse o presidente durante coletiva em fevereiro.

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AFP