O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou nesta quarta-feira a assinatura de um "crucial" acordo comercial com a China em cerimônia em Washington com o principal negociador chinês, Liu He.

A China concordou em pagar US$ 200 bilhões adicionais em produtos americanos em dois anos, segundo o acordo assinado.

"Hoje demos um passo crucial, um que não tínhamos dado antes com a China", que garantiu um intercâmbio comercial "justo e recíproco", disse Trump na cerimônia na Casa Branca.

Ele garantiu que o pacto contém "compromissos substanciais e executáveis", mas afirmou que as tarifas impostas aos produtos chineses vão se manter até a "fase dois" ser concluída.

Trump ainda anunciou que visitará a China em um "futuro não muito distante".

O americano celebrou a "fase um" deste acordo em uma longa cerimônia, que ocorreu enquanto a Câmara dos Representantes se prepara para iniciar o julgamento político do presidente.

Descrevendo-o como "um acordo transformador que trará enormes benefícios para ambos os países", Trump disse que a China entende "que deve haver uma certa reciprocidade. Não pode continuar assim".

O vice-primeiro-ministro chinês Liu Ele leu uma carta do presidente Xi Jinping que descreveu o acordo como "bom para a China, os EUA e o mundo inteiro".

Isso mostra que "nossos dois países têm a capacidade de agir com base na igualdade", escreveu Xi, acrescentando que espera que "o lado dos EUA trate empresas chinesas de forma justa", bem como seus pesquisadores.

"Estamos deixando as tarifas", disse ele. "Mas vou concordar em tirar essas tarifas se conseguirmos fazer a segunda fase".

"Estou deixando-os ligados, caso contrário não temos cartas para negociar", afirmou.

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