Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Imagens da tv sul-coreana mostram líder norte-coreano, Kim Jong-Un, após teste nuclear

(afp_tickers)

O presidente americano, Donald Trump, afirmou neste domingo (3) que uma política de "apaziguamento não funciona" com a Coreia do Norte, que anunciou um novo teste nuclear bem-sucedido.

"A Coreia do Norte realizou um teste nuclear importante. Suas palavras e suas ações continuam muito hostis e perigosas para os Estados Unidos", escreveu Trump no Twitter.

Em uma série de três tuítes, o presidente americano formulou assim sua primeira reação ao anúncio, pelo regime de Pyongyang, que a Coreia do Norte realizou com sucesso o teste de uma bomba de hidrogênio.

O presidente americano prega um postura muito firme em relação ao regime norte-coreano.

"A Coreia do Sul está percebendo, como eu disse, que o seu discurso de apaziguamento com a Coreia do Norte não funciona, eles só entendem uma coisa!", escreveu em sua conta no Twitter.

O republicado ressaltou, por fim, que a China teve poucos resultados em seus esforços de convencer Pyongyang de cessar seus programas nuclear e balístico.

"A Coreia do Norte é uma nação desonesta que se tornou uma grande ameaça e uma fonte de constrangimento para a China, que tenta ajudar mas com pouco sucesso", ressaltou Trump.

O teste realizado pela Coreia do Norte neste domingo foi o sexta e o mais poderoso até à data.

Neste contexto, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Emmanuel Macron defenderam "um endurecimento" das sanções da União Europeia contra o regime comunista.

Em uma conversa por telefone, os dois líderes consideraram "que a última provocação do líder em Pyongyang atingiu uma nova dimensão", segundo um comunicado.

Em razão desta "escalada", em "paralelo ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, a União Europeia deve agir", aponta o texto.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP