Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O presidente americano Donald Trump em Washington, DC ono dia 1º de julho de 2017

(afp_tickers)

O presidente americano Donald Trump ofereceu nesta segunda-feira ajuda aos pais de Charlie Gard, um bebê britânico de dez meses afetado por uma doença genética rara, depois que a justiça do Reino Unido autorizou a retirada dos aparelhos que o mantém com vida.

"Se pudermos ajudar o pequeno #CharlieGard, como pedem nossos amigos do Reino Unido e o Papa, ficaremos felizes de fazer isso", tuitou Trump.

Os pais de Charlie, Connie Yates e Chris Gard, batalham nos tribunais para mantê-lo com vida e querem levá-lo aos Estados Unidos para que seja submetido a um tratamento.

No entanto, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) autorizou em 27 de junho a interrupção da ventilação artificial que mantém Charlie vivo, ratificando a decisão da justiça britânica.

"O presidente Trump ofereceu ajudar a família nesta situação dolorosa", disse em um comunicado Helen Ferre, diretora de comunicação da Casa Branca.

"Embora o presidente não tenha falado com a família, ele não quer pressioná-los de forma alguma, membros da administração falaram com a família em ligações facilitadas pelo governo britânico", acrescentou.

No domingo, o papa Francisco entrou no debate ao dizer que apoia Yates e Gard e que acompanha o caso com "emoção".

O pontífice "reza por eles com a esperança de que seu desejo de acompanhar e cuidar do seu filho não seja desprezado", indicou o Vaticano em um comunicado.

O hospital onde está internado, o Great Ormond Street Hospital de Londres, pediu à justiça autorização para interromper a ventilação artificial do bebê e fornecer a ele os cuidados paliativos.

A Alta Corte britânica deu razão ao hospital em 6 de junho, destacando que a perspectiva de cura do bebê era baixa e que continuar com um tratamento sem um resultado positivo realista só prolongaria o seu sofrimento.

AFP