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(Arquivo) Foto tirada em 9 de janeiro de 2018 mostra o presidente americano, Donald Trump, em Washington DC

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O presidente americano, Donald Trump, prorrogará a suspensão das sanções econômicas contra o Irã no âmbito do acordo nuclear, mas pela "última vez" - anunciou a Casa Branca nesta sexta-feira (12).

Nos próximos 120 dias, quando deverá renovar novamente a retirada das sanções, o presidente tentará "trabalhar com nossos sócios europeus em um acordo" que possa endurecer as condições do acordo alcançado em 2015 entre Teerã e as grandes potências, declarou à imprensa um funcionário de alto escalão do governo.

Quando anunciou o adiamento da decisão, o Tesouro americano também impôs sanções a 14 pessoas e empresas iranianos, inclusive o líder do Judiciário do país, Sadegh Amoli Larijani.

"Em seu pronunciamento, o presidente vai deixar claro que é a última vez que ele vai fazer esse adiamento", disse o oficial da Casa Branca.

O funcionário indicou que Trump agora quer trabalhar com os aliados europeus dos Estados Unidos - que pediram para ele se manter no acordo - para desenvolver um novo tratado que substitua o atual.

Teerã não se envolveria nessas discussões, como aconteceu no acordo de 2015, mas seria alvo de sanções americanas e europeias, se não cumprisse os termos do novo arranjo.

Ele seria voltado para o programa de mísseis do Irã, e não apenas para a indústria nuclear, exigindo inspeções da ONU no país.

"Se o presidente conseguir um acordo que alcance seu objetivo e ele nunca expirar, ele vai tirar do Irã qualquer caminho para armas nucleares para sempre, não por dez anos. Ele estaria aberto a ficar em um acordo modificado assim", disse o funcionário.

Nesta sexta, Trump pediu aos países europeus que ajudem a superar as "falhas desastrosas" do acordo nuclear internacional com o Irã. Ele ameaçou se retirar do pacto, se essa demanda não for atendida.

"Ainda não retirei os Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã", apontou o presidente, em um comunicado.

"Em troca, delineei alguns caminhos: ou se corrigem essas desastrosas, ou os Estados Unidos vão se retirar", prometeu.

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AFP