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Trump recua em ameaça de atirar contra emigrantes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se retratou de suas afirmações de que soldados americanos deveriam atirar contra emigrantes na fronteira com o México caso fossem ameaçados com pedras. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 02. novembro 2018 - 21:29
(AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se retratou nesta sexta-feira de suas afirmações de que soldados americanos deveriam atirar contra emigrantes na fronteira com o México caso fossem ameaçados com pedras.

"Não disse atirar. Não terão que atirar. O que não quero é que esta gente lance pedras" nos militares na fronteira.

Trump declarou a jornalistas na Casa Branca que os emigrantes que lançarem pedras ou solicitarem o status de refugiado na fronteira sul a partir de agora "ficarão detidos por muito tempo".

Após um discurso na quinta-feira sobre sua luta contra a imigração ilegal, Trump foi consultado sobre como reagiriam os milhares de homens enviados à fronteira sul diante de um eventual ataque com pedras dos emigrantes.

Trump respondeu que o lançamento de pedras seria visto como uma ameaça letal.

"Não vamos suportar isto. Se eles querem atirar pedras em nossos militares, nossos militares vão reagir", disse Trump na véspera, afirmando que uma pedra pode ser considerada como uma arma.

"Se eles lançarem pedras como fizeram contra os militares mexicanos e contra a polícia, digo que devem considerar isto como um ataque com arma".

Nesta sexta-feira, uma caravana com 1.500 salvadorenhos que segue em direção aos Estados Unidos cruzou o rio Suchiate, na fronteira entre Guatemala e México.

Os salvadorenhos seguem os passos de milhares de hondurenhos que percorrem no momento o sul do México na tentativa de chegar aos EUA.

A primeira caravana de emigrantes partiu no dia 13 de outubro da cidade de San Pedro Sula, norte de Honduras, e atualmente passa pelo estado mexicano de Oaxaca.

Outro grupo de emigrantes, que entrou no México na segunda-feira passada, segue pela mesma rota.

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