Um tribunal federal de apelação confirmou na terça-feira (3) que dois bancos devem submeter ao Congresso documentos financeiros sobre Donald Trump, uma nova decisão desfavorável ao presidente dos Estados Unidos que será finalmente decidida pela Suprema Corte.

Dois comitês legislativos solicitaram em abril aos bancos Deutsche Bank e Capital One uma série de documentos financeiros sobre o presidente Trump e sua família.

Trump luta na justiça há meses para evitar que suas finanças sejam divulgadas, enfrentando o Congresso e o procurador de Manhattan que exige que ele publique oito anos de declarações de renda.

Outras duas cortes de apelação consideraram que ele deve transmitir os documentos solicitados. A decisão final será adotada pela Suprema Corte.

Na terça-feira, em um documento de 106 páginas, o Tribunal de Apelações de Nova York que deveria decidir sobre este terceiro dossiê também estimou que os dois bancos devem obedecer às solicitações do Congresso, com uma nuance: após o volume dos documentos solicitados, os juízes decidiram que o presidente poderá "se opor à divulgação de documentos precisos" contendo "informações pessoais sensíveis".

No entanto, eles apontaram que as exceções devem ser marginais.

Embora Trump continue a se opor aos pedidos de divulgação de documentos financeiros, ele prometeu no final de novembro que os publicará antes das eleições presidenciais de novembro de 2020, nas quais espera ser reeleito.

"Estou limpo e, quando publicar meu demonstrativo financeiro em algum momento antes da eleição, isso mostrará apenas uma coisa: sou muito mais rico do que as pessoas pensavam. E isso é uma coisa boa. Empregos, empregos, empregos!", escreveu Trump no Twitter em 21 de novembro.

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