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(3 out) Trump e a mulher visitam moradores afetados pela passagem do furacão em Guaynabo, Porto Rico

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende pedir ao Congresso 29 bilhões de dólares para Porto Rico, território americano no Caribe devastado pelo furacão Maria - disseram fontes da Casa Branca à AFP.

Trump prevê solicitar 12,77 bilhões de dólares para socorro em casos de desastre e 16 bilhões de dólares em perdão da dívida, segundo as mesmas fontes.

Antes da passagem destruidora do Maria em 20 de setembro, o governador de Porto Rico havia solicitado no início de maio que a ilha fosse declarada em falência, a fim de reestruturar sua dívida, estimada em US$ 73 bilhões.

Na terça-feira à noite, em declarações à Fox News, Trump sugeriu a possibilidade de cancelar a dívida de Porto Rico para ajudar o território a se recuperar do desastre natural.

"Vocês sabem, eles devem muito dinheiro para seus amigos em Wall Street e vamos ter que apagar isso. Podem dizer adeus a isso", declarou ao correspondente da Fox News Geraldo Rivera.

Os mercados reagiram mal a essas notícias: o preço dos títulos de Porto Rico, especialmente o de 2035, caiu para 32,25 centavos, contra 44 na terça-feira (3), enquanto os rendimentos aumentaram de 18,48% para 35,4%.

De acordo com uma estimativa recente, Maria causou entre 22 e 25 bilhões de dólares em danos apenas em Porto Rico, o que equivale a mais de um quinto do PIB da ilha.

Ex-colônia espanhola, Porto Rico se tornou território americano no final do século XIX, antes de adquirir o status especial de "Estado Livre Associado", em 1952.

A ilha de 3,4 milhões de habitantes iniciou seu declínio econômico em 2006, com o fim das isenções fiscais que atraíram empresas multinacionais e impulsionaram a atividade econômica.

Em seguida, a recessão econômica e a queda na receita aumentaram a dívida do país.

Duas semanas depois de Maria, que atingiu a ilha como um poderoso furacão de categoria 4, menos de 7% do território tem eletricidade, mais de 9 mil pessoas vivem em abrigos e apenas 40% das telecomunicações foram restauradas, de acordo com a Agência Federal de Gerenciamento de Emergência (FEMA, na sigla em inglês).

Grande parte da população ainda não possui água potável, comida e combustível.

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AFP