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Membros das Forças Democráticas Sírias junto a cartaz do Estado Islâmico em Al-Karamah, perto de Raqa, em 26 de março

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O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, estimou neste sábado que seu país e os Estados Unidos, se unirem forças, poderão transformar Raqa, principal reduto da organização Estado Islâmico (EI) na Síria, em um "cemitério" do grupo extremista.

"O grande Estados Unidos, a coalizão e a Turquia podem unir forças e transformar Raqa em um cemitério do Daesh (acrônimo em árabe do EI)", declarou Erdogan em um discurso em Istambul.

O chefe de Estado turco viajará aos Estados Unidos em meados de maio para se reunir pela primeira vez com o presidente americano, Donald Trump.

Washington e Ancara divergem sobre a estratégia a adotar na Síria, onde o EI ainda controla parte do território.

Os Estados Unidos apoiam as milícias curdas YPG (Unidades de Proteção do Povo Curdo), que são o principal componente das Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança de combatentes curdos e árabes que lutam contra os extremistas.

A Turquia considera as YPG como a extensão na Síria do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), organização separatista que trava uma luta armada contra Ancara desde 1984 e considerada "terrorista" pela Turquia e por seus aliados ocidentais.

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