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As autoridades filipinas anunciaram nesta segunda-feira a suspensão do Uber durante um mês, diante da falta de licenças adequadas para seus motoristas

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A gigante americana Uber desafiou, nesta terça-feira, o governo das Filipinas, que havia determinado a suspensão do serviço e denunciado uma "violação flagrante" de seus direitos, mas expôs os motoristas a multas e punições.

As autoridades filipinas anunciaram nesta segunda-feira a suspensão do Uber durante um mês, diante da falta de licenças adequadas para seus motoristas, e ameaçaram multar e rebocar veículos dos que descumprissem as regras.

A Uber fechou o aplicativo na manhã desta terça, provocando a ira dos usuários, que criticaram o governo por tirar uma alternativa confiável ao notoriamente péssimo sistema de transporte do país.

Mas, à tarde, a empresa reabriu o app, explicando aos usuários pelo Twitter que eles estavam preparando uma apelação legal e que as operações continuarão até a resolução na Justiça.

O governo alertou que a suspensão ainda está valendo e que os motoristas podem ser multados em 2.350 dólares e ter seus veículos confiscados por até três meses.

"O que está sendo feito é uma conduta irregular, ações irregulares da Uber", disse à AFP Aileen Lizada, porta-voz da autoridade de transportes.

"Pode não ser uma decisão popular, mas vamos continuar a fazer o que é legal e correto", acrescentou.

O aplicativo foi lançado oficialmente em Manila em 2014 e se espalhou, mais tarde, para outras cidades do países.

A autoridade de transportes quer que o Uber adquiria licenças para seus motoristas e veículos, como as companhias de táxi.

Para a Uber, os motoristas são trabalhadores independentes e não têm que ter o mesmo tipo de autorização.

Lizada disse que em um julgamento recente, a Uber afirmou ter 68 mil motoristas nas Filipinas, realizando 150 mil corridas por dia.

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AFP