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O comissário europeu de Migração, Dimitris Avramopoulos, durante coletiva em Bruxelas, em 27 de setembro de 2017

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Os países europeus do espaço Schengen vão criar um sistema informático unificado para acelerar os controles em suas fronteiras externas e combater melhor o terrorismo, em virtude de um texto aprovado nesta quarta-feira (25) pelo Parlamento Europeu.

O novo sistema de entradas e saídas (EES), que estará operacional provavelmente em 2020, conterá os nomes, os números de passaporte, as impressões digitais e fotos de todos os cidadãos de países terceiros que se apresentem nas fronteiras do espaço Schengen, precisando ou não de visto para viajar para a região.

O EES também permitirá controlar com maior eficácia se os estrangeiros não europeus respeitam a máxima duração autorizada para uma estada curta na Europa, ou seja, 90 dias repartidos em um período de 180 dias no total, ou se seu visto caducou.

As informações armazenadas no novo registro, inclusive os dados das pessoas expulsas nas fronteiras, ficarão acessíveis para as autoridades fronteiriças, as agências encarregadas de conceder vistos e a Europol.

O sistema será aplicado aos 26 países do espaço Schengen, assim como Romênia e Bulgária. Após sua entrada em vigor, as autoridades fronteiriças não teriam mais que carimbar os passaportes.

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AFP