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(Arquivo) O presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani

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Os 28 Estados membros da União Europeia chegaram a um "acordo de princípio" para estudar possíveis sanções contra o regime venezuelano pela repressão à oposição, informaram fontes europeias nesta quarta-feira.

"Existe um acordo de princípio sobre o fato de que temos que avançar", disse uma fonte que pediu anonimato. "Não há mais bloqueios", acrescentou.

A Espanha é o principal defensor do projeto de sanções "contra os responsáveis ​​pela situação atual" na Venezuela, nas palavras do ministro das Relações Exteriores, Alfonso Dastis, em agosto passado. Mas outros países estavam relutantes.

Outra fonte europeia confirmou que as sanções eram agora uma das "opções sobre a mesa".

O presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, também pediu sanções contra "membros do governo venezuelano, incluindo seu presidente Nicolas Maduro e seu círculo", mediante bloqueio de seus bens e proibição de viagens para a UE.

Um grupo de trabalho integrado por representantes dos 28 Estados membros da UE detalhará o alcance das sanções em uma reunião em 17 de outubro.

Mas a UE também deseja aguardar para ver como vão se desenrolar as eleições regionais na Venezuela no dia 15 de outubro.

No momento, a UE só quer adicionar personalidades políticas ou funcionários da segurança à sua "lista negra".

Inicialmente, o programa de sanções poderia começar com um "primeiro aviso", mediante adoção de um quadro jurídico, sem mencionar nomes, de acordo com uma fonte europeia.

Os Estados Unidos impuseram no final de julho sanções financeiras contra Maduro, descrito como "ditador", sob a forma de bloqueio de seus bens e de outros funcionários.

A Casa Branca impôs novas sanções financeiras a Caracas no dia 25 de agosto, incluindo a proibição de compra de novas obrigações da dívida emitidas pelo governo venezuelano ou pela companhia nacional petrolífera PDVSA.

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AFP