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UE e ONU pedem ação urgente ante crise de refugiados venezuelanos

Homem fotografa retratos de migrantes venezuelanos expostos por uma ONG colombiana na fachada de um prédio, em Bogotá, como parte do Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 23. outubro 2019 - 13:07
(AFP)

A União Europeia e duas agências da ONU para migrantes e refugiados pediram nesta quarta-feira (23) uma "ação urgente" diante da crise dos refugiados venezuelanos, tema central de uma conferência internacional em Bruxelas na próxima semana.

"A fuga dramática de milhões de venezuelanos e venezuelanas se tornou uma das mais graves crises de deslocamento do mundo e a maior da história da região", disseram as três organizações em um comunicado conjunto.

A UE, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) pedem "ações urgentes", dias antes da conferência internacional que acontece nos dias 28 e 29 de outubro, em Bruxelas.

"Dado o deslocamento de 4,5 milhões de pessoas, são necessárias ações", disse a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, enfatizando que também busca "aumentar a conscientização sobre a gravidade da crise".

O diretor-geral da OIM, António Vitorino, defendeu o apoio aos países latino-americanos que hospedam milhões de venezuelanos e pediu a doadores, agências de cooperação e setor privado que "dupliquem seus esforços".

O Acnur calcula que cerca de quatro milhões de venezuelanos emigraram desde o final de 2015, em virtude da crise política e econômica que assola o país.

A conferência, que busca enviar uma mensagem de que "o mundo não esqueceu os refugiados e dos países anfitriões", nas palavras do chefe do Acnur, Filipo Grandi, reunirá ministros das Relações Exteriores, atores humanitários, membros da sociedade civil, setor privado e instituições financeiras.

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