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O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, durante uma coletiva de imprensa em Madri, em 17 de janeiro de 2014.

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A Comissão Europeia (CE) destinou mais € 5 milhões em ajuda humanitária aos civis deslocados no Iraque, enquanto busca a melhor maneira de coordená-la.

Hoje, embaixadores dos 28 membros da União Europeia (UE) se reuniram para discutir a coordenação das ações no Iraque, assim como na Ucrânia e na Faixa de Gaza.

No encontro, os diplomatas concordaram em "reforçar urgentemente a coordenação (da ajuda) humanitária e ter acesso às populações deslocadas" - informou serviço diplomático do bloco, chefiado pela representante para Política Externa e Segurança da UE, Catherine Ashton.

A Comissão terá o papel de coordenador, e um mecanismo de proteção civil foi implantado. O objetivo é facilitar a mobilização dos serviços de auxílio para responder as necessidades imediatas dos países afetados.

Os Estados integrantes da UE também "saudaram os esforços de Estados Unidos e de seus sócios para se opor ao avanço do Estado Islâmico (EI) e facilitar o acesso da ajuda humanitária" no Iraque.

Por enquanto, os europeus não pensam em imitar Washington e entregar armas aos combatentes curdos que tentam conter os jihadistas no norte do país.

A questão da entrega de armas é "a mais complexa e sensível", comentou um especialista europeu consultado pela AFP. "Ninguém pode impedir um Estado de entregar armas, mas o importante é saber se é oportuno para a UE responder favoravelmente a essa solicitação", completou.

A França é a favor, enquanto a Suécia é totalmente contra. Diante das divergências, os embaixadores se limitaram a "registrar as demandas de apoio militar das autoridades curdas a alguns Estados-membros" da UE.

AFP