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O primeir-ministro russo, Dmitry Medvedev, fala durante um encontro com estudantes de Direito de São Petersburgo, em 20 de junho de 2014.

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A União Europeia (UE) anunciou que se reserva o direito a adotar medidas contra Moscou após a decisão das autoridades russas de proibir durante um ano a importação de alimentos da Europa e Estados Unidos.

"Após uma avaliação completa pela Comissão Europeia das medidas adotadas pela Federação da Rússia, nos reservamos o direito de adotas as medidas apropriadas", disse Frédéric Vincent, porta-voz da Comissão.

Vincent afirmou que as autoridades russas atuaram com motivação "claramente política".

Ele destacou que as sanções europeias estão "relacionadas diretamente com a anexação ilegal da Crimeia e com a desestabilização da Ucrânia", que enfrenta uma rebelião de separatistas pró-Rússia no leste.

"A União Europeia segue comprometida com uma desescalada da tensão na Ucrânia", afirmou.

A Rússia decretou uma "proibição total" da maioria dos alimentos procedentes da Europa e Estados Unidos, em resposta às sanções ocidentais, anunciou o primeiro-ministro Dmitri Medvedev.

A proibição, que vai durar um ano, afeta principalmente a carne bovina, suína e de frango, pescado, os laticínios, as verduras e frutas procedentes dos Estados Unidos, União Europeia, Austrália, Canadá e Noruega.

Em 2013, as exportações de produtos agrícolas europeus para a Rússia representou 11,8 bilhões de euros, 9,9% do total das exportações da UE a este mercado.

AFP