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"Salvator Mundi", de Leonardo da Vinci

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Haverá obras de Chagall, Van Gogh, Léger e Warhol, mas a estrela dos leilões de arte de outono (hemisfério norte), que começam na segunda-feira (13) em Nova York é "Salvator Mundi", de Leonardo da Vinci, no centro de uma batalha judicial.

No mês passado, a casa de leilões Christie's anunciou que venderá o quadro em 15 de novembro - o único das menos de 20 obras do mestre do Renascimento em mãos privadas.

Reconhecida em 2005 como um "autêntico Da Vinci", a obra está estimada em 100 milhões de dólares.

O bilionário Dimitri Rybolovlev, um oligarca russo exilado que preside atualmente o clube de futebol AS Monaco, acusa o marchand suíço Yves Bouvier, que deveria ajudá-lo a investir em arte, de ter ficado com margens exorbitantes das obras às suas custas.

Pintado por volta de 1500, o "Salvator Mundi" seria a prova flagrante dessa fraude: Bouvier teria comprado o quadro na Sotheby's por 80 milhões de dólares em 2013 e, depois, teria vendido a tela para Rybolovlev por 127,5 milhões. Nessa brincadeira, teria embolsado cerca de 47,5 milhões de dólares.

Alguns consideram que, ao recolocar o quadro em leilão, Rybolovlev, cuja batalha com Bouvier corre nos tribunais, espera demonstrar que o preço pago por ele estava enormemente inflado.

A Christie's se nega, porém, a comentar o assunto.

"Olhem este quadro, é uma obra de arte extraordinária. É nisso que devemos nos concentrar", desconversa o responsável por quadros antigos, François de Poortere.

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AFP