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Quanto aos tipos de serviço, o saneamento é o que mais se tem acesso de forma irregular (75,3%), enquanto a eletricidade é o que conta com a maior porcentagem de acesso regular (63,3%)

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Um quarto das pessoas que vivem em zonas urbanas da América Latina moram em comunidades informais em situação de pobreza, em sua maioria sem posse regular do terreno e sem acesso a serviços básicos, segundo estudo da organização Techo Internacional.

Na região mais urbanizada do planeta, cerca de 100 milhões de latino-americanos vivem em comunidades carentes, também chamadas de favelas, em sua maioria sob condições de vulneração de direitos básicos, disse María Jesús Silva, diretora do Centro de Pesquisa Social do TECHO Internacional, uma organização dedicada a melhorar as condições de vida nestes locais.

Um estudo desta organização, revelado nesta segunda-feira em Santiago, analisou 651 comunidades carentes de Argentina, Chile, Colômbia, Guatemala, Paraguai, Nicarágua e Uruguai, e mostrou que quase um quarto dessas favelas (24%) não contam com acesso regular a nenhum serviço - água potável, energia elétrica e saneamento básico.

Quanto aos tipos de serviço, o saneamento é o que mais se tem acesso de forma irregular (75,3%), enquanto a eletricidade é o que conta com a maior porcentagem de acesso regular (63,3%).

Três de cada quatro comunidades não contam com posse regular do terreno, e uma de cada cinco afirmou ter chances de sofrer uma remoção devido a notificações recebidas.

Por outro lado, 76% das comunidades estudadas contam com ao menos uma organização social.

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AFP