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Foto cedida pela presidência da Bolívia mostra o mandatário Evo Morales (D) ao lado do ex-presidente uruguaio, Jose Mujica, na Bolívia, em 2 de junho de 2016

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O ex-presidente e atual senador uruguaio José Mujica declarou, nesta sexta-feira, que seu país "não vai pôr um policial" atrás dos refugiados de Guantánamo, referindo-se à situação de Jihad Diyab, cujo paradeiro é desconhecido.

"Aqui, vêm para viver. Agora, se um dia vai um para a Rivera, cruza a fronteira e vai para o outro lado, como tantos, o Uruguai não vai pôr um policial atrás para andar controlando o que faz, ou o que deixa de fazer", disse o ex-presidente à imprensa local, nesta sexta-feira.

Diyab, de origem sírio, chegou em 2014 com outros cinco ex-detentos mediante um acordo entre Estados Unidos e Uruguai.

Ao ser consultado sobre as consequências para Diyab, Mujica afirmou que "acarretará com os riscos que corresponde se entrou clandestino no Brasil".

O ex-presidente manifestou sua decepção com a falta de solidariedade com os ex-presos de Guantánamo e declarou que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não conseguiu fechar essa instalação pela oposição de "setores reacionários de seu país".

"Obama fez duas campanhas eleitorais, prometendo que iria dissolver Guantánamo e não conseguiu, porque seu país, a parte reacionária, não lhe permitiu, e eu acho que era uma causa digna", sentenciou.

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AFP