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(Arquivo) O sírio Jihad Ahmed Diyab, em Montevidéu, no dia 8 de setembro de 2015

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A Instituição Nacional de Direitos Humanos do Uruguai pediu à chancelaria uruguaia que reivindique informações de Caracas sobre o estado de saúde e condições de um preso de Guantánamo, refugiado no Uruguai e que está detido na Venezuela.

O sírio Jihad Ahmed Diyab "se encontra há vários dias privado de liberdade por disposição das autoridades da República Bolivariana da Venezuela. Os motivos de tal privação de liberdade e a legalidade da mesma são desconhecidos", criticou o organismo que monitora o cumprimento das normas sobre direitos das pessoas no Uruguai.

"Várias pessoas a título individual, e organismos humanitários e não governamentais tentaram falar com o senhor Diyab no local onde supostamente está privado de liberdade, com o objetivo de conhecer as condições em que sua prisão é cumprida e, fundamentalmente, de verificar seu estado de saúde física e mental. Estas gestões foram infrutíferas pela recusa das autoridades venezuelanas", enfatizou a instituição uruguaia.

Diyab apareceu na Venezuela depois de abandonar em junho o Uruguai, onde chegou em 2014 como refugiado junto com outros cinco ex-presos de Guantánamo, em um acordo entre Montevidéu e Washington.

O governo venezuelano não deu informações sobre o paradeiro do sírio preso, que, segundo ativistas humanitários, está na sede da polícia secreta.

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AFP