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Uma barricada levantada por opositores do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em 4 de agosto de 2017 em Caracas

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O procurador-geral da Venezuela, Tareck William Saab, informou que neste sábado foi detido um militar da Aviação que supostamente assassinou uma jovem manifestante durante um protesto contra o presidente Nicolás Maduro.

"Suposto homicida de David Vallenilla já se encontra preso na DGCIM (Direção-geral de Contra-inteligência Militar) na presença de procuradores do Ministério Público sob ordem da justiça", escreveu Saab no Twitter.

O procurador se reuniu na terça-feira com o pai do jovem - de mesmo nome - para lhe indicar que já haviam ditado a ordem de captura contra o militar Arli Méndez.

Vallenilla pai, de 56 anos, é um funcionário aposentado do Metrô de Caracas que assegura que foi chefe do presidente Nicolás Maduro quando ele trabalhava como motorista de ônibus nesse organismo.

Em 22 de junho seu filho, de 22 anos, recebeu um tiro de escopeta à queima-roupa da parte de um militar quando protestava com outros jovens que lançavam pedras e coquetéis molotov contra a base aérea de La Carlota, no leste de Caracas.

Nesse mesmo dia, Maduro advertiu que estava proibido o uso das armas de fogo para o controle dos protestos, que exigiam sua saída do poder e deixaram 125 mortos entre abril e julho.

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AFP