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Venezuela acusa Duque de ter patrocinado ataque a batalhão

(Arquivo) Presidente Nicolás Maduro (C) aplaude em ato em Caracas afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 23. dezembro 2019 - 20:06
(AFP)

O governo venezuelano acusou o presidente colombiano Iván Duque nesta segunda-feira de patrocinar o ataque a um batalhão no sul do país para desencadear um incidente que justificasse uma intervenção militar dos Estados Unidos.

Jorge Rodríguez, ministro da Comunicação, disse que o ataque de domingo no estado de Bolívar (sul, na fronteira com o Brasil) foi perpetrado por um "grupo de desertores (das Forças Armadas da Venezuela) protegidos, financiados e cobertos pela logística do governo de Iván Duque".

O ministro novamente vinculou os governos do Brasil e do Peru aos eventos, nos quais um soldado de 21 anos morreu e fuzis foram roubados. O governo brasileiro negou qualquer envolvimento.

Rodriguez disse que foram roubados 120 fuzis de alta potência e 9 lançadores de foguetes RPG. A maioria dos fuzis e outras armas foi recuperada e seis pessoas foram detidas.

Rodriguez também apontou o plano do deputado da oposição Gilber Caro, cuja prisão a oposição denunciou na sexta-feira passada. É a terceira vez que Caro é preso.

Segundo o governo de Nicolás Maduro, os desertores foram treinados na cidade colombiana de Cali (sudoeste) e de lá viajaram por estrada para o Equador - cujas autoridades Caracas pediu explicações -, para o Peru e finalmente para a cidade brasileira de Pacaraima, onde receberam "instruções e planejamento". No território peruano, eles obtiveram "prontidão logística", segundo Rodriguez.

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