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(Arquivo) O embaixador da Venezuela na ONU, Jorge Valero

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A Venezuela acusou o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al-Hussein, de faltar com a verdade ao evocar que o governo teria cometido "crimes contra a humanidade" na repressão dos protestos que deixaram 124 mortos entre abril e julho.

O alto comissário "transgrediu a verdade" e teria "sucumbido às pressões de uma constelação minoritária de países, liderada pelo império norte-americano", acusou o embaixador venezuelano na organização, Jorge Valero.

Na segunda-feira (11), Zeid Ra'ad Al Hussein pediu uma investigação internacional sobre o uso excessivo da força por parte das autoridades da Venezuela, porque "minha investigação sugere a possibilidade de que tenham sido cometidos crimes contra a humanidade".

"Chamamos a atenção desse Conselho sobre o comportamento seletivo, tendencioso e politizado do alto comissário contra a Venezuela com fins de dominação", afirmou Valero, nesta terça.

O diplomata também lamentou "a pouca síntese que o alto comissário exibe, quando desenha um falso clima de crescente tensão e uma suposta violação da nossa democracia".

O informe do Alto Comissariado sobre a Venezuela apontou o "excessivo uso da força por parte de oficiais de segurança, assim como de outras múltiplas violações de direitos humanos no contexto dos protestos contra o governo".

Segundo o representante da ONU, as manifestações deixaram 124 mortos e 5.000 detidos. Desse total, 1.300 pessoas ainda estariam atrás das grades.

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AFP