Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, fala em coletiva de imprensa após Cúpula do Movimento de Países Não-Alinhados em Porlamar, na ilha de Margarita, Venezuela, em 18 de setembro de 2016

(afp_tickers)

A Venezuela denunciou que os Estados Unidos mobilizaram um avião de sua Guarda Costeira para espiar a Cúpula do Movimento de Países Não-Alinhados (NOAL), celebrada no fim de semana passado na Ilha Margarita (norte).

"Sabemos que uma aeronave militar fez padrões de voo a 130 milhas náuticas da Ilha Margarita, recolhendo informações sobre o desenvolvimento da cúpula", afirmou o ministro da Defensa, Vladimir Padrino López.

"Nossos aviões de caça, como ordenado pelo presidente (Nicolás Maduro) saíram, interceptaram, informaram a aeronave da violação e a aeronave aceitou retirar-se para sua base de origem", acrescentou.

O ministor afirmou que o governo venezuelano interpreta esses atos como provocação e que os mesmos subestimam a resposta venezuelana.

O Movimento dos Países Não-Alinhados (NOAL) fechou no domingo sua XVII Cúpula com um apoio ao presidente Nicolás Maduro, pressionado pela pior crise já registrada em seu país em sua história recente.

A reunião, que contou com a presença de um pequeno grupo de presidentes dos 120 países do movimento, aprovou um documento final de 190 páginas, nas quais serão ressaltados o apelo à não ingerência, o impulso à paz e à cooperação, e preocupações pela situação na Venezuela e em outros países em conflito.

O presidente, que no sábado na abertura do encontro denunciou uma ofensiva dos Estados Unidos na América Latina e, em particular, também destacou o apoio recebido na condenação ao governo de Barack Obama pelo decreto que considera a Venezuela uma ameaça à segurança dos EUA.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP