Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Arquivo) O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro

(afp_tickers)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta quinta-feira que desistiu de participar da Assembleia Geral das Nações Unidas porque tinha informações sobre "possíveis atentados" contra ele.

"Este ano decidi não ir à Organização das Nações Unidas por razões de segurança, porque tinha informação de possíveis atentados de setores extremistas nos Estados Unidos", afirmou Maduro durante a inauguração de um hotel em Maracay, no estado de Aragua.

Na quarta-feira, Maduro afirmou que a Casa Branca determinou seu assassinato, um dia após acusar o presidente americano, Donald Trump, de ameaçá-lo de morte na ONU. "Sei o que estou dizendo. Deram a ordem para assassinar o presidente da República Bolivariana da Venezuela e a ordem vem do Salão Oval".

Mas nesta quinta-feira, o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, informou que Maduro lhe encarregou de acertar uma reunião com Trump. "Me disse: 'se conseguir que o presidente Trump me receba, me reúno com ele'.

"Nós vamos conseguir isto (reunião), parece difícil (...) mas vamos obter a paz entre Estados Unidos e Venezuela", declarou Arreaza durante reunião com movimentos sociais no Brooklyn, em Nova York.

Ao discursar na Assembleia Geral, na segunda-feira, Trump definiu o governo Maduro como uma ditadura socialista "inaceitável", e garantiu que ajudará os venezuelanos a restaurar a democracia.

"Não podemos ficar à margem e apenas observar", disse Trump, que já impôs sanções financeiras à Venezuela e a Maduro, e não descarta uma "opção militar" diante da grave crise política e econômica venezuelana.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP