Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O secretário de Estado americano, John Kerry, em Hiroshima, no dia 11 de abril de 2016

(afp_tickers)

A chancelaria venezuelana rejeitou nesta segunda-feira as declarações do secretário americano de Estado, John Kerry, que defendeu a utilização da Carta Democrática da Organização dos Estados Americanos (OEA) contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

Caracas "rejeita categoricamente as declarações (...) do secretario americano de Estado (...) que pretendem vulnerar a estabilidade democrática na Venezuela".

Em entrevista à rede CNN, Kerry disse no domingo que Washington concorda em invocar a Carta Democrática da OEA contra Maduro caso a oposição venezuelana assim o solicite.

"Pressionar por uma democracia plena e pelo respeito total às eleições sempre é uma boa ideia".

Kerry considerou que Maduro "está simplesmente ignorando a vontade do povo expressada nas recentes eleições" legislativas, amplamente vencidas pela oposição. "Isto é muito perigoso".

Para a chancelaria venezuelana, o governo do presidente Barack Obama é "reincidente em sua obsessão intrusiva e intervencionista contra a Venezuela".

As declarações de Kerry "evidenciam a participação e a responsabilidade do governo americano no plano intervencionista e de rebelião contra a democracia na Venezuela".

AFP