Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Myeshia Johnson, a viúva de David Johnson, durante cerimônia de condolências

(afp_tickers)

O presidente Donald Trump teve problemas para lembrar o nome de um soldado americano morto em uma emboscada no Níger quando ligou para a viúva e ofereceu condolências, contou nesta segunda-feira a mulher do militar, acrescentando que este detalhe a fez chorar.

"Sim, o presidente disse que ele (meu marido) sabia ao que estava exposto quando se alistou, mas que era doloroso de qualquer jeito (...) Isso me fez chorar porque estava muito aborrecida com o tom de sua voz e como disse isso", afirmou Myeshia Johnson, a viúva do sargento La David Johnson, falando em um programa da cadeia ABC.

"Trump não conseguia lembrar o nome de meu marido porque me disse que só lembrava porque estava com o relatório sobre meu marido diante dele e foi aí que ele falou La David", explicou ainda.

O presidente respondeu imediatamente no Twitter. "Tive uma conversa muito respeitosa com a viúva do sargento La David Johnson, e mencionei seu nome desde o início, sem hesitar!", assegurou.

A viúva, grávida do terceiro filho do casal, disse que percebeu que o presidente não conseguia lembrar o nome de seu marido e que isso a machucou muito. "Se meu marido estava lá fora, era lutando por nosso país e arriscando sua vida por nosso país, por que ele não conseguia lembrar do nome dele?", acrescentou.

"Isso me fez chorar mais ainda porque meu marido era um soldado maravilhoso", acrescentou.

A patrulha conjunta em que Johnson estava sofreu em 4 de outubro uma emboscada de um grupo extremista na fronteira com o Mali, que custou a vida de quatro soldados americanos e de outros quatro do Níger.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP