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O vice-presidente do Parlamento da Venezuela, Freddy Guevara, à esquerda, conversa com o embaixador argentino Eduardo Porretti, à direita, em Caracas

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O vice-presidente do Parlamento da Venezuela, Freddy Guevara, refugiado desde o sábado passado na embaixada do Chile em Caracas, pensa em pedir asilo ao governo chileno, informaram seus advogados nesta quinta-feira.

"Está na condição de hóspede na embaixada chilena e avalia, no futuro, pedir asilo político", disse em entrevista coletiva Ana Leonor Acosta, assessora jurídica do deputado opositor.

Guevara, 31 anos, é acusado pelo governo de incentivar a violência nos protestos que exigiam a renúncia do presidente Nicolás Maduro e deixaram 125 mortos entre abril e julho passado.

Na terça-feira, a Assembleia Constituinte decretou a perda da imunidade parlamentar de Guevara, atendendo a um pedido da Suprema Corte.

"A única instituição que pode retirar a imunidade de um parlamentar é a Assembleia Nacional", pois "uma Constituinte tem apenas a função de redigir a nova Constituição", declarou Omar Mora, advogado de Guevara.

O procurador-geral Tarek William Saab acusa Guevara de empregar menores de idade nos protestos e promover ações violentas, crimes passíveis de até 10 anos de prisão.

Caso o parlamentar peça asilo, o governo do Chile deverá se comunicar com a Venezuela para solicitar um salvo-conduto para que Guevara possa sair do país, explicou à AFP o diplomata Diego Arria.

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AFP