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A violinista Yennifer Correia, nascida na Venezuela, viajava domingo de Houston, no Texas, a um ensaio musical em Columbia, Missouri

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Uma violinista acusou a companhia aérea americana United de tratamento rude quando ela se negou a despachar como bagagem seu frágil violino do século 18. O incidente ocorre pouco tempo de um outro escândalo envolvendo um passageiro, que foi arrastado de uma aeronave da empresa.

A violinista Yennifer Correia, nascida na Venezuela, viajava domingo de Houston, no Texas, a um ensaio musical em Columbia, Missouri, quando funcionários lhe disseram que ela não poderia levar consigo seu violino italiano do final do século 18, informou seu advogado, Phil MacNaughton, à AFP nesta quarta-feira.

A artista, de 33 anos, se ofereceu a pagar e perguntou por outras possibilidades que a permitissem voar com seu instrumento na mão, mas, segundo MacNaughton, um supervisor da United preferiu brigar com ela.

"Há uma regra não escrita no mundo musical profissional: não deixe nunca que uma companhia aérea guarde o seu instrumento", disse o advogado, informando sobre uma regulação da aviação americana que exige que as companhias acomodem instrumentos musicais pequenos como equipagem de mão.

United Airlines não fez comentários.

Essas acusações põem em risco as tentativas da companhia de se recuperar depois do escândalo pela expulsão, em abril, de um passageiro arrastado por agentes da United Airlines após ter se recusado a sair de um voo com overbooking.

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