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Presidente vietnamita, Tran Dai Quang (dir.), e Donald Trump, em um jantar de Estado em Hanói, em 11 de novembro de 2017

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O presidente americano, Donald Trump, desembarcou neste sábado (11) à tarde em Hanói, sua nova etapa da viagem pela Ásia, onde deve se reunir amanhã com dirigentes do regime comunista vietnamita.

Depois de Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama, esta é a quarta visita de um presidente americano ao país desde o fim da guerra (1975), sinal de uma aproximação espetacular.

Embora a China seja, de longe, o primeiro sócio comercial do Vietnã, existe um importante receio nesse país em relação ao gigante da região.

Em princípio, os encontros se concentrarão nas trocas comerciais com o Vietnã, um país de 90 milhões de habitantes em pleno boom econômico.

Também se espera - especialmente as ONGs - que Trump se manifeste sobre a questão dos direitos humanos.

Tanto para o Vietnã, quanto para outros países acusados de violarem os direitos fundamentais, o governo Trump garante que prefere a discrição às denúncias públicas.

"O presidente se concentra no que é eficaz em termos de proteção dos direitos humanos e do respeito do Direito", afirmou o conselheiro de Segurança Nacional, H.R. McMaster, antes da viagem para a Ásia.

"De que serve gritar sobre esses temas? De qualquer modo, isso não se mostrou muito eficaz na história recente", acrescentou.

Em uma visita ao Vietnã de seu antecessor, o democrata Barack Obama, em maio de 2016, o então presidente falou abertamente com as lideranças do país comunista sobre uma mudança de rumo.

"Garantir os direitos não é uma ameaça para a estabilidade" de um país, declarou Obama em um discurso em Hanói diante de mais de duas mil pessoas e transmitido ao vivo pela televisão nacional, algo inimaginável em outros tempos.

Depois de sua etapa em Hanói, de menos de 24 horas, Trump viajará para Manila, nas Filipinas, última etapa de sua maratônica turnê. Lá, reúne-se com o presidente desse país, Rodrigo Duterte.

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AFP