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Uma família em luto por uma das vítimas do voo MH17, da Malaysia Airlines, na catedral de St. Patrick, em Melbourne, em 7 de agosto de 2014.

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Os médicos legistas identificaram 21 novas vítimas, 23 no total, da queda do avião da Malaysia Airlines, informou nesta sexta-feira o governo holandês, enquanto os investigadores internacionais deixaram o leste da Ucrânia em razão dos combates.

O voo MH17 foi abatido em 17 de julho por um míssil disparado a partir de uma área controlada por separatistas pró-russos. Todas as 298 pessoas a bordo, incluindo 193 holandesas, morreram no incidente.

Mais de 220 caixões foram enviados para a Holanda, país responsável por identificar os corpos.

Entre as 21 vítimas identificadas estão 16 holandeses - incluindo um de dupla nacionalidade holandesa e britânica - dois malaios, um alemão, um canadense e um britânico, informou o Departamento de Justiça em um comunicado. Até agora, apenas dois corpos haviam sido identificados.

Todas as famílias foram informadas.

O primeiro-ministro Mark Rutte anunciou na quinta-feira que as buscas pelos restos mortais das vítimas no local do desastre no leste da Ucrânia seriam suspensas devido à insegurança causada pelos combates entre as forças ucranianas e os separatistas pró-russos.

Após esta decisão, dois aviões de transporte militar - um holandês e um australiano - repatriaram para a Holanda 142 peritos da polícia da Holanda, Austrália e Malásia. Ambas as aeronaves pousaram em Eindhoven (sul) à tarde, informou a agência de notícias ANP.

AFP