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Placa de Wall Street próximo a bandeiras americanas

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A Bolsa de Nova York fechou nesta sexta-feira (20) em níveis recordes, estimulada pelo avanço no Congresso americano da reforma fiscal, que inclui cortes de impostos para as empresas.

O índice industrial Dow Jones teve alta de 0,71%, a 23.328,63 unidades, o tecnológico Nasdaq avançou 0,36%, a 6.629,05, e o S&P 500 subiu 0,51%, a 2.2.575,21.

Na semana, o Dow subiu 1,95%, o Nasdaq, 0,34%, e o S&P 500, 0,85%.

Os investidores se entusiasmaram após o Senado aprovar, por 51 a 49, uma lei orçamentária que vai permitir passar, por maioria simples, a reforma fiscal, em vez de exigir 60 votos, como é estipulado.

A resolução do Senado, que é diferente da proposta da Casa Branca, é um "passo necessário" no longo caminho para a reforma fiscal, disse o economista Mickey Levy da Berenberg Capital Markets.

"Continuamos esperando que a lei seja homologada na primavera (do Hemisfério Norte) de 2018, mas a chance de que a aprovação seja mais rápida vai subir se a Câmara de Representantes adotar a resolução do Senado", afirmou Levy.

As ações dos bancos foram as mais bem-sucedidas da sessão: JPMorgan Chase e Goldman Sachs avançaram 1,4% e 2,0%, respectivamente.

A General Electric (GE) fechou em alta de 1,1% após investidores escutarem a promessa do novo CEO, John Flannery, de que haverá drásticas mudanças no império industrial americano.

O mercado de títulos caiu. O rendimento dos bônus do Tesouro a 10 anos subiu a 2,382%, contra 2,315% de quinta-feira, e o dos papéis a 30 anos passou a 2,891%, ante 2,828% da véspera.

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AFP