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Os presidentes americano, Donald Trump, e sul-coreano, Moon Jae-in, acordaram nesta sexta-feira aumentar o potencial dos mísseis de Seul

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Estados Unidos e Coreia do Sul acordaram nesta sexta-feira aumentar o potencial dos mísseis de Seul dias depois de Pyongyang lançar um míssil balístico que sobrevoou o Japão, anunciou a agência sul-coreana Yonhap.

A Coreia do Norte disparou na terça-feira um míssil de médio alcance Hwasong-12 que, segundo Pyongyang, foi "um avanço" das "contramedidas" diante das manobras militares que os Exércitos americano e sul-coreano estão realizando na Coreia do Sul.

O lançamento desse míssil ocorreu quando as forças americanas e sul-coreanas chegaram ao fim de seus 10 dias anuais de exercícios conjuntos, que Pyongyang considera preparativos para uma possível invasão.

Durante uma conversa por telefone nesta sexta-feira, Trump e seu contraparte sul-coreano, Moon Jae-in, concordaram em aumentar a capacidade de dissuasão de Seul contra Pyongyang aumentando o potencial de seus mísseis, indicou Yonhap, citando a Presidência sul-coreana.

"Os dois líderes assinalaram a necessidade de reforçar o potencial defensivo da República da Coreia para neutralizar as provocações e ameaças da Coreia do Norte, e alcançaram um acordo para revisar as 'diretrizes sobre mísseis' até o alcance desejado pela Coreia do Sul", declarou o porta-voz da Presidência, Park Soo-hyun, segundo a agência de notícias.

As tensões na península coreana alcançaram o seu ponto máximo em anos com uma série de mísseis lançados por Pyongyang.

O presidente Moon Jae-in já havia exigido a modificação dos limites impostos sobre os mísseis de Seul em conversa com Trump.

Atualmente, Seul tem permissão para possuir mísseis balísticos com um alcance de 800 km e uma carga explosiva de 500 kg, mas quer que esta carga chegue a pesar 1.000 kg.

O Pentágono assegurou dias antes que estudava modificar o limite imposto.

Segundo a Yonhap, os dois líderes também reafirmaram a necessidade de levar Pyongyang à mesa de diálogo impondo mais sanções e pressão.

Depois do último lançamento do míssil norte-coreano, Trump tuitou que negociar com Pyongyang "não é a solução".

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AFP