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Automáticos de cigarro distribuem camisinhas

Cartaz da campanha anti-aids de 1995 (www.stopaids.ch)

Em Zurique, 70 restaurantes e discotecas reativam campanha contra a aids. A campanha inclui venda de preservativos em automáticos que distribuem cigarros. O objetivo é combater a doença fatal que aumentou cerca de 10% no ano passado.

Na Suíça, no ano passado, a Aids - que continua sendo uma doença incurável - aumentou pela primeira vez desde 1992. Uma das primeiras reações das autoridades foi lançar, em meados deste mês, uma campanha que utiliza cartazes com imagens sugestivas de frutas, legumes ou crustáceos no sentido de reverter a situação.

Segunda campanha

Com o mesmo objetivo de prevenir o contágio pelo vírus HIV, a Prefeitura de Zurique e a "Zürcher Aids-Hilfe" (ajuda zuriquense contra a aids) fez apelo a restaurantes, bares, hotéis e discotecas para que incluíssem a venda de camisinhas nos automáticos de cigarros.

Cerca de 70 estabelecimentos aderiram imediatamente à campanha.

A decisão de atuar nesses locais específicos partiu da constatação que é geralmente neles que se deslancha o convite ao amor. Mas a idéia não é nova. Já em 1987, a Ajuda Suíça contra Aids realizou campanha semelhante. Foi um fracasso "porque o momento não era oportuno", estima Erich Schönauer, representante da Saúde Pública, de Zurique.

Projeto-piloto

A campanha atual é um projeto-piloto por um ano que teve resposta imediata dos donos de automáticos de cigarros. Até porque com a venda de um pacote de 3 preservativos (por 5 francos - € 3.3)lucram dois vezes mais que com um maço de cigarros.

Um primeiro balanço será efetuado dentro de 3 meses. Se for positivo, o projeto poderá ser ampliado na Suíça. Interesse de redes de restaurantes não falta.

swissinfo com agências.

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