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Aviões de combate não atravessam a Suíça

Bombardeiro MC-130 , dos Estados Unidos. Keystone Archive

Se não for aprovada uma nova resolução no Conselho de Segurança da ONU, a Suíça não vai autorizar a passagem de aviões de combate por seu espaço aéreo.

Este conteúdo foi publicado em 21. fevereiro 2003 - 17:25

O governo suíço também declarou o presidente iraquiano "persona non grata", o que significa que ele não poderá entrar na Suíça.

O governo suíço decidiu sexta-feira, em reunião extraordinária, que os aviões de caça que vão combater num iminente ataque ao Iraque, não serão autorizados a passar pelo espaço aéreo suíço, a menos que uma nova resolução seja aprovada no Conselho de Segurança da ONU.

Outros pedidos serão examinados

Os Estados Unidos haviam encaminhado ao governo suíço um pedido de autorização geral para passagem de seus aviões.

Os aviões estadunidenses poderão sobrevoar a Suíça em missões humanitárias, médicas, de vigilância e de reconhecimento.

Outros pedidos serão examinados caso por caso, segundo a ministra das Relações Exteriores, Micheline Calmy-Rey.

Estão excluídos os aviões de combate, de transporte de material e de tropas. Estes, no entanto, poderão ser autorizadados em caso de aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.

Suíça não quer Saddam

Se não for o caso, a Suíça considera que o conflito seria entre Estados e, portanto, aplicaria seu princípio tradicional de neutralidade.

Por outro lado, o governo suíço precaveu-se contra um eventual pedido de asilo político do presidente iraquiano, Saddam Hussein. A hipótese de exílio do presidente iraquiano para evitar o ataque ao seu país vem sendo veiculada há algum tempo, embora nunca tenha sido confirmada.

swissinfo com agências

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