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Bórodin volta para interrogatório

O processo contra o "corrupto" funcionário russo pode terminar em pizza (SRI). swissinfo.ch

Acusado de corrupção pela justiça, o ex-intendente do Kremlin e atual da União Rússia-Bielorrússia, Pavel Borodine, 54 anos, voltou a Genebra para ser interrogado. Ele teria recebido suborno de aproximadamente 25 milhões de dólares, pagos por duas empresas suíças que renovaram o Kremlin.

Este conteúdo foi publicado em 17. maio 2001 - 11:31

Os aborrecimentos de Pavel Bórodin começaram o ano passado, com indícios de que teria sido subornado pelas empresas suíças, Mabetex e Mercata, para conseguirem os interessantes contratos de renovação do Kremlin, de que o funcionário russo era intendente.

Bórodin fez pouco caso da acusação. Mas quando viajou em janeiro para a posse do novo presidente norte-americano George W. Bush, foi detido em Nova York, dia 17 daquele mês, com base em mandato internacional de prisão, emitido pela justiça suíça.

Extraditado à Suíça em 7 de abril, ficou apenas 5 dias em cárcere de Genebra. O governo russo pagou fiança de 5 milhões de francos suíços - US$ 2.88 milhões - e ele pôde regressar à Rússia.

A volta de Bórodin à Suíça era tida como improvável, mas aconteceu na quarta-feira, 16. E na quinta de manhã ele se apresenta diante do juiz Dominique Poncet. Mas pode não acontecer nada, até porque Bórodin rejeita as acusações.

Os advogados do ex-intendente do Kremlin estimam que não pode ter havido corrupção, alegando que o caso já foi arquivado pela justiça russa em dezembro.

Um dos problemas para a justiça suíça condenar o alto funcionário russo é o fato de ele ter sido inocentado de acusação de participar em organização criminosa (máfia). Para o Procurador Geral de Genebra, Bernard Bertossa é decisão da justiça foi uma grande decepção.

O perigo agora é que todo a movimentação em torno do caso dê em nada, ou termine em pizza, como se diz no Brasil.

swissinfo com agências.

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