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Membros do Estado Islâmico em ação

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Pelo menos 30 civis morreram em um ataque lançado nesta segunda-feira (15) pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos contra a cidade de Bukamal, um reduto sírio do grupo Estado Islâmico (EI) perto da fronteira com o Iraque - informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

"Os bombardeios atingiram a cidade de Bukamal, leste da Síria, ao amanhecer", disse à AFP o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, que também citou "dezenas de feridos".

"O balanço pode aumentar, devido ao grande número de pessoas sob os escombros", declarou Abdel Rahman agora à noite.

Entre os mortos, há pelo menos 11 crianças e seis mulheres.

De acordo com o OSDH, os ataques tinham como alvo "uma zona residencial do Bukamal, enquanto as pessoas dormiam, o que explica o balanço elevado".

Abdel Rahman explicou que o EI "transformou apartamentos nesta zona em quartel-general".

No início de maio, a coalizão admitiu ter provocado 352 vítimas civis prováveis, "involuntariamente", no Iraque e na Síria, desde o início de sua ofensiva contra o EI em 2014.

Para as organizações internacionais, o balanço real é muito mais elevado.

A coalizão acusa o EI de usar civis como "escudos humanos" para evitar os ataques aéreos.

Pelo menos 30 civis morreram em um ataque lançado nesta segunda-feira (15) pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos contra a cidade de Bukamal, um reduto sírio do grupo Estado Islâmico (EI) perto da fronteira com o Iraque - informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

"Os bombardeios atingiram a cidade de Bukamal, leste da Síria, ao amanhecer", disse à AFP o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, que também citou "dezenas de feridos".

"O balanço pode aumentar, devido ao grande número de pessoas sob os escombros", declarou Abdel Rahman agora à noite.

Entre os mortos, há pelo menos 11 crianças e seis mulheres.

De acordo com o OSDH, os ataques tinham como alvo "uma zona residencial do Bukamal, enquanto as pessoas dormiam, o que explica o balanço elevado".

Abdel Rahman explicou que o EI "transformou apartamentos nesta zona em quartel-general".

No início de maio, a coalizão admitiu ter provocado 352 vítimas civis prováveis, "involuntariamente", no Iraque e na Síria, desde o início de sua ofensiva contra o EI em 2014.

Para as organizações internacionais, o balanço real é muito mais elevado.

A coalizão acusa o EI de usar civis como "escudos humanos" para evitar os ataques aéreos.

Ainda de acordo com o OSDH, dois membros do Estado Islâmico que dirigiam carros-bomba se detonaram no campo de refugiados sírios de Rukman, perto da fronteira com a Jordânia. Pelo menos dez pessoas morreram, entre civis e rebeldes.

AFP