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Brasil é o convidado do Salão do Livro de Genebra

"O Brasil é um continente que merece ser melhor conhecido" afirma Pierre-Marcel Favre, diretor do Salão de Genebra, diante de um cartaz de Valloton, um dos artistas que serão expostos este ano.

(swissinfo.ch)

Entre o Carnaval e a Copa do Mundo, a Literatura brasileira terá uma vitrine no início de maio. O Brasil é o convidado de honra do Salão Internacional do Livro da Imprensa e da Multimídia, maior manifestação cultural da Suíça.

Pouco se soube sobre a participação do Brasil no 16° Salão Internacional do Livro, da Imprensa e da Multimída, em Genebra, de 1° a 5 de maio.

Espaço de 400 m2

O Brasil foi convidado em maio do ano passado mas apenas alguns dos projetos foram revelados na coletiva à imprensa dos organizadores do Salão, quarta-feira, 27, em Genebra.

A adida cultural da embaixa do Brasil em Berna, Marilu de Seixas Corrêa, recém nomeada, explicou que a intenção é apresentar uma síntese da produção gráfica, didática e literária atual.

O Brasil terá uma área de exposição de 400 m2, cuja instalação está a cargo de uma empresa de "marketing" cultural sediada no Rio de Janeiro.

Ziraldo vem falar de literatura

Nesse espaço, com as cores nacionais, haverá uma livraria com clássicos da literatura brasileira em português e françês e um café literário com debates e mesas redondas.

Haverá também gastronomia (café, pão de queijo, cachaça) e música brasileira, atividades que normalmente nada têm a ver com o Salão.

Por enquanto, 4 exposições e alguns temas de debates estão certos, segundo Seixas Corrêa. Três das exposições são projetos do governo: Escola Indígena, Alfabetização Solidária e Proler, com a presença de autores que participam desees projetos. Nelson Cruz, Ana Maria Machado e Ziraldo, por exemplo, virão falar de literatura para jovens.

Poesia concreta

A outra exposição garantida é a de fotografias "Transfigurações, Rio um olhar contemporâneo", com a presença possível de fotógrafos brasileiros.

A poesia concreta será um dos temas de debate, com a presença de Augusto de Campos, Décio Pignatari e do suíço Eugen Gomringer.

As traduções de obras brasileiras e os aspectos comerciais da literatura também serão temas de debate. Outra idéia é convidar escritores franceses que têm obras inspiradas no Brasil.

Aproveitando a época do Salão, serão exibidos em Genebra durante o mês de maio, uma série de filmes brasileiros adaptados de obras literárias.

Editores de 30 países estarão presentes no Salão, maior evento da agenda cultural suíça. Portugal foi convidado no ano passado, que contou com a presença de 123 mil visitantes.

Swissinfo vai relatar a atualidade do Salão mas terá também uma série de perfís de alguns dos principais escritores brasileiros contemporáneos.

Claudinê Gonçalves, Genebra

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