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Brasil ausente do festival de filmes de Nyon

O festival do filme documentário de Nyon, perto de Genebra, reune 118 documentários de 31 países. Nenhum do Brasil e um apenas da América Latina. (Na foto, Jean Perret, diretor do festival).

No ano do quinto centenário do Brasil nenhum filme tupiniquim no festival
de documentários de Nyon, charmosa cidadezinha suíça à beira do Lago Leman
e a apenas 20 km de Genebra.

Essa ausência de documentários brasileiros pode surpreender, até porque o Brasil tem fama de realizar boas produções do gênero. Mas um dos responsáveis garantiu que a qualidade foi o principal critério da seleção dos filmes projetados.

Esse festival que já existe há 31 anos, fez a escolha dos 118 filmes -
entre os quais 26 em competição - entre 2 mil obras. Salvou-se da América
Latina apenas o documentário argentino "Saluzzi - ensayo para bandaneón y tres
hermanos", de Daniel Rosenfeld (68 minutos).

O único título em português é "Geraldo Barros, sobras em obras", mas é uma
realização suíça.

Geraldo Barros foi uma "figura marcante da fotografia, pintura e do
design" no Brasil, segundo consta no catálogo do festival. O filme foi
realizado pelo genro de Barros.

Na programação desse festival intitulado "visions du réel" vale destacar
vários documentários austríacos denunciando o extremismo de direita do
Partido da Liberdade, liderado por Jörg Haider.

Uma obra mais amena, e mundana, é a britânica "Geri", de Molly Dineen,
enfocando a "spice girl" Geri Halliwel. O filme mostra a garota não apenas
cantando, como também como dona de casa.

O festival realiza-se de 1° a 7 de maio.

J.Gabriel Barbosa.

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