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Ciclismo decide teste antidoping

Jean-Marie Leblanc quer dar nova credibilidade à Volta da França

(Keystone)

As principais autoridades do ciclismo internacional reunidas em Genebra decidiram adotar um novo teste capaz de detectar a EPO na urina. Elaborado por um laboratório francês, o teste será aplicado na Volta da França, se for homologado até 20 de junho.

Lutar contra o doping tornou-se vital para o ciclismo, esporte cuja imagem vem sendo muito afetada nos últimos anos por escândalos sucessivos.

Reunidos em Genebra a União Ciclista Internacional, com sede em Lausanne, Suíça, o diretor da Volta da França (mais prestigiosa de todas) Jean-Marie Le Blanc, representantes do Comitê Olímpico Internacional e do Ministério francês do Esporte ediretores de equipes ciclistas profissionais decidiram adotar u
novo teste de detecção da erythropoietina (EPO), substância proibida e que aumenta a quantidade de glóbulos vermelhos do atleta, melhorando assim seu desempenho.

Até agora a EPO só podia ser detectada no exame de sangue mas um laboratório francês elaborou um teste capaz de detectá-la rapidamente no exame de urina. No entanto, para ser adotado na próxima Volta da França o teste precisa ser homologado cintificamente e aceito pela Comissão Médica do COI, Comitê Olímpico Internacional.

Se tudo isso for feito a tempo, o novo teste poderá ser aplicado nos Jogos Olímpicos de Sydney, em setembro. O próprio COI contribuiu com 2 milhões de dólares para as pesquisas de detecção da EPO.

suissinfo com agências

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