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Criminalidade econômica custa caro

Zurique: um rolo compressor destrói CDs contendo programas piratas.

(Keystone)

Departamento Federal da Polícia (OFP) estima em 4 bilhões de dólares os custos provocados por delitos econômicos.

Especialistas são necessários para lutar contra esse tipo de criminalidade.

No relatório de 2002, sobre a segurança interna, o Departamento Federal de Polícia (OFP) destaca que crimes econômicos representam apenas uma ínfima porcentagem das infrações cometidas na Suíça. Porém esse tipo de criminalidade provoca prejuízos maiores e ocupa mais investigadores.

Anualmente, os delitos econômicos tradicionais, como charlatanismo, provocam perdas estimadas em 870 milhões de dólares. Levando-se em conta que mais da metade dos crimes econômicos não são denunciados à polícia, essa soma pode se elevar a até US$ 2,5 bilhões.

Nesse montante é necessário somar o custo da espionagem industrial, do trabalho no mercado negro e delitos contra os direitos autorais. A soma total de perdas pode chegar então a quase quatro bilhões de dólares, ou seja, 1,5% do PIB suíço.

Falta de especialistas

Para combater esse tipo de criminalidade, é necessário que as universidades formem mais especialistas.

“Do ponto de vista estatístico, nos precisamos de muito mais pessoal”, confirma Christian Weber, chefe do tribunal no distrito III no cantão de Zurique. Até o fim do mês, mais de 128 processos estavam pendentes. Cada um dos seus 14 advogados são obrigados a trabalhar nove casos ao mesmo tempo.

Cada caso precisa, em média, de um a dois anos para ser solucionado.

Quatro principais critérios

O Departamento Federal de Polícia ainda afirma que os delitos econômicos encontram-se, geralmente, numa faixa tênue entre a infração legal e atos contrários à moral. Isso significa que eles combinam praticas ilegais e legais para serem realizados.

swissinfo com agências


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