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Desafio para a diplomacia suíça em Túnis

Em visita de 2 dias à Tunísia, o chanceler suíço Joseph Deiss deve falar de estreitamento de relações bilaterais sem ignorar críticas ao regime repressivo existente no país onde emerge a questão do desrespeito aos direitos humanos.

O ministro suíço das Relações Exteriores, Joseph Deiss, termina nesta terça-feira, 2 de maio, uma visita de dois dias à Tunísia. O objetivo principal é fomentar melhores relações bilaterais e as exportações suíças para aquele país.

Desde que a Tunísia assinou acordo de livre comércio com a União Européia em 1998, as exportaçõe suíças caíram 35 por cento. Mesmo assim o balanço comercial entre os dois países é nitidamente favorável à Suíça.

Mas a questão dos direitos humanos transformou-se na maior espectativa em relação a essa visita com a grande publicidade em torno da greve de fome observada há um mês pelo jornalista tunisino, Taoufik Ben Brick.

Ben Brick é correspondente em Túnis do jornal católico francês, La Croix, e de duas pequenas agências de notícias européias: Syfia e Infosud, esta última em Genebra.

O jornalista teve que responder perante a justiça por dois artigos publicados em jornais suíços, Tribuna de Genebra e Courrier, também de Genebra.

Um deles comentava o livro publicado em Paris "Nosso Amigo Ben Ali" (nome do presidente tunisino), criticando o regime policial existente no país. O segundo descrevendo as dificuldades de uma militante dos direitos humanos tunisina, Sihem Ben Sedrine. A repressão atingiu também membros de sua família.

O ministro Deiss não poderia ignorar a questão da liberdade de expressão e dos dos direitos humanos em geral no encontro com seu colega tunisino, Habib Ben Yahia,e com o presidente Ben Ali. A imprensa, políticos e Anistia Internacional vão cobrar...

Swissinfo com agências.

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