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Em causa própria "Você pode nos matar, mas não nossas histórias"

Diskussionsrunde zu 20 Jahre swissinfo.ch

Participantes da mesa-redonda na comemoração dos 20 anos da swissinfo.ch (da esquerda à direita): Galina Timchenko (Rússia), Patrick Böhler (moderador da swissinfo.ch), Caroline Muscat (Chipre) e Daniela Pinheiro (Brasil).

(swissinfo.ch)

swissinfo.ch comemorou suas duas décadas de existência ao organizar um debate com convidados internacionais para discutir a liberdade de imprensa. Frente a ameaças concretas, o engajamento pela ong Repórteres sem Fronteiras (RfS) mostra a vontade de garantir o jornalismo independente.

"Você pode nos matar, mas não pode matar a história". Liberdade de expressão, liberdade de imprensa, direito à informação através de um jornalismo independente e sem censura: são expressões que ecoam pelo mundo.

As palavras da jornalista maltense Caroline Muscat (The Shift News) foram aplaudidas pelos 130 convidados ao debate organizado pela swissinfo.ch em 20 de novembro de 2019. Dele participaram também a russa Galina Timtschenko (meduza.io) e a brasileira Daniela Pinheiro (ex-diretora de redação da revista Época). Elas revelaram a enorme pressão que vive hoje a mídia em muitos países.

Os ataques aos profissionais da imprensa se tornaram constantes. Hoje, muitos deles trabalham em clima de medo. Uma vez que a mídias locais sofrem pressões econômicas, elas passam a servir de canais da propaganda oficial. A boa notícia é que algo pode ser feito em relação à censura e à opressão da imprensa.

A liberdade de expressão e de imprensa também sofrem pressão na Suíça, porém aqui os jornalistas não temem pelas suas vidas. Essa situação de conforto torna o papel da SWI swissinfo.ch ainda mais importante como meio de comunicação voltado a um público internacional. 

"Também informamos nos locais onde a imprensa está sendo cerceada ou não podem mais agir de forma independente. São países como Rússia, China ou mesmo no mundo árabe. Nossas análises de conflitos internacionais do ponto de vista suíço são altamente relevantes para esse público-alvo. Oferecemos também verificações neutras dos fatos. Esse é o "soft power" da Suíça, explica Larissa Bieler, chefe de redação e diretora da SWI swissinfo.ch.

(1)

* extrato da mesa-redonda (em alemão)

Umut Akar (Curdistão) e Maher Akraa (Síria) vivem hoje na Suíça como refugiados e já conseguem dar os primeiros passos no exercício profissional graças ao apoio da RfS. Eles foram convidados para explicar aos presentes as suas condições de vida e aspirações de futuro.

"Eu vivia no medo constante. Se as bombas caem, você sabe que pode morrer. Se alguém te prende, você não sabe o que vai ocorrer", declarou Akar. swissinfo.ch recolheu doações à RsF e dedicou a celebração do aniversário a jornalistas que lutam pela liberdade de expressão em todo o mundo.

"Somos força e poder", resumiu Galina Timtschenko. Pouco antes dela, Gilles Marchand, diretor-geral da SRG, enfatizou a importância do trabalho da imprensa para a percepção da Suíça no contexto internacional.

SWI swissinfo.ch agradeceu a todas as organizações parceiras e convidados pelo seu compromisso com o jornalismo independente.

Duas décadas de história

swissinfo.ch celebrou o aniversário de vinte anos em 12 de março de 2019. O portal de informações voltado a um público no exterior sucedeu a antiga Rádio Suíça Internacional (RSI), que nasceu em 1935 como serviço de ondas curtas do serviço público de rádio. Ao longo do ano a swissinfo.ch apoiou diversos eventos ligados à liberdade de imprensa, dentre eles, o Festival Internacional de Reportagem em Berna.

A plataforma trabalha em dez línguas e oferece conteúdo multimídia. Como unidade internacional da Sociedade Suíça de Radiodifusão e Televisão (SRG SSR), ela atende 75% dos usuários da Internet em todo o mundo.

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Adaptação: Alexander Thoele

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