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Encontro coloca PME sob a lupa

Mais de 2 dos 7.3 milhões de suíços trabalham em empresas com menos de 50 empregados Keystone

Mil participantes das áreas da economia, política e ciência abordam durante dois dias, em Thun, perto de Berna, questões relacionadas com pequenas e médias empresas, PME.

Este conteúdo foi publicado em 06. junho 2002 - 11:38

As pequenas e médias empresas são a espinha dorsal da economia suíça. No País, 99% das empresas são pequenas - microempresas com menos de 10 empregados. Situação semelhante ocorre na Europa e em outras partes do mundo.

Reunião de 2 dias (6 e 7 de junho), em Thun, cidadezinha a 20 km de Berna, a capital suíça, é acompanhada com particular interesse. Até porque das PME depende muito a prosperidade de um país.

Importância

O encontro reúne mil participantes de diferentes setores. E entre os oradores de diferentes áreas vale mencionar a principal assessora de PriceWaterhouse Coopers, Rosemary Radcliffe, o patrão de Swisscom, Jens Alder, o ministro suíço da Economia, Pascal Couchepin e o guru do estilo, Tyler Brûlé, contratado pela "swiss", companhia aérea suíça.

Como as PME constituem "a parte mais importante da economia suíça" - segundo lembra representante da Divisão Federal de Assuntos Econômicos (Seco), em Berna - tanto o governo central quanto os estados procuram naturalmente criar e desenvolvê-las.

A mencionada Divisão aconselha sobre criação de empresas, sobre as complexidades do registro comercial, taxa sobre valor adicional, e principalmente sobre onde conseguir o capital necessário.

Um cuidado que se explica pelo que elas representam para uma economia nacional.

Setores prósperos

Quando se fala em economia suíça pode-se pensar em mega-empresas como Nestlé, Novartis, ABB, Sulzer, Roche, ou bancos como UBS e Credit Suisse, que, no entanto, representam apenas 1% numericamente. Quanto ao peso econômico, é outra história...

Vale lembrar aqui que PME se define pelo número de seus empregados que deve ser inferior a 250. Na Suíça, as que empregam de 1 a 9 pessoas chegam a 89%. E as que empregam de 10 a 49, 9%. Os restantes 2% são preenchidos pelas que têm efetivo de 50 a 249 pessoas).

Hoje as empresas mais prometedoras são as de alta tecnologia: biotecnologia, micro-eletrônica, técnicas médicas. Oferecem melhor potencial de crescimento e melhor garantia de emprego. Algumas empresas suíças desses setores, como Kudelski, Logitech e Serono são a prova.

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