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Eternit confirma perigo do amianto

Só nos anos 70 adotaram-se metidas de segurança

(Keystone)

A empresa Eternit, bem implantada no Brasil, confirma na Suíça morte de 45 de seus empregados em conseqüência de inalação de poeira de amianto, utilizado na construção.

Após alertas para o perigo do produto e pedido italiano de assistência judiciária na tentativa de esclarecer casos de câncer ocorridos na Itália, Eternit SA reagiu.

Longa incubação

A empresa que é filial do fabricante de cimento Holcim - com sede em Niederurnen, cantão suíço de Glarus (centro) - apresentou seu ponto de vista sobre a situação. Indicou, dia 26/2, que 45 pessoas que trabalhavam na Eternit de Niederurnen morreram de câncer bronco-pulmonar.

Realça que elas trabalharam na empresa antes que fossem tomadas medidas de proteção em 1978, lembrando que o tempo de incubação da doença pode chegar até a 40 anos. Segundo Eternit, afecções provocadas pelo amianto mataram cerca de 700 pessoas. Garante que desde 1994 não há mais amianto nos produtos da empresa.

Algumas cifras

Eternit nunca foi processada. O pedido de informações da Itália diz respeito a operários italianos que trabalharam para a empresa nos anos 50 e 60.

Na Suíça o amianto foi proibido em 1990. Até então foram vendidos 4 milhões de toneladas do produto.

Em 1984/85, SUVA (seguro obrigatório contra acidentes) registrou 4.000 edifícios que continham amianto. Sessenta por cento deles foram saneados. (A obrigação de tirar o amianto vigora apenas para os edifícios públicos).

swissinfo com agências.


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